Tem aluno que não
consegue acompanhar.
Não é culpa dele.
TDAH, TEA, dislexia. O aluno está em sala, presente, olhando pra frente — e mesmo assim chega em casa sem conseguir dizer o que foi ensinado.
A aula termina. Para a maioria, tudo bem. Para alguns, foi como assistir num idioma diferente.
“Mãe, eu juro que fui na aula. Eu fiquei olhando pra professora o tempo todo. Eu não sei o que aconteceu.”
Aluno com TDAH, 13 anos
“Ele sabe a matéria quando eu sento com ele em casa. Mas dentro da sala, com barulho, com movimento, ele simplesmente trava.”
Mãe de aluno com TEA
“A professora fala muito rápido. Quando eu paro pra escrever, eu perco o que ela tá explicando. Quando eu presto atenção, eu perco o que escrever. No final, meu caderno tá pela metade e eu não entendi nada.”
Aluno com dislexia, 15 anos
Em cada turma de 25 alunos, 5 estão passando por isso agora. Não porque são desatentos. Mas porque o modelo tradicional não foi desenhado para diferentes perfis de aprendizagem.
O Pepo não muda a aula do professor.
O Pepo muda o que o aluno consegue fazer com ela.
Depois que a aula termina.
Simples o suficiente para não mudar a rotina de ninguém
O professor dá a aula normalmente
Sem apertar botão, sem formulário, sem app aberto. O Pepo escuta em segundo plano. O professor não precisa fazer absolutamente nada diferente.
O Pepo organiza tudo automaticamente
Assim que a aula termina, a IA separa o conteúdo, as tarefas e os avisos em linguagem simples e direta.
O aluno recebe no celular, em minutos
O resumo aparece no app do aluno ainda no intervalo. Não importa se ele tem TDAH, TEA, dislexia. Todo aluno tem acesso ao conteúdo do dia.
Não é só tecnologia. É inclusão de verdade.
O aluno que "não aprende" começa a aprender
Quando o conteúdo chega de forma estruturada, a maioria dos alunos com dificuldades de aprendizagem consegue absorver. O problema raramente é a capacidade. É o canal de entrega.
dos alunos com TDAH melhoram com suporte estruturado
O professor não precisa virar especialista em inclusão
Ele já tem muito o que fazer. O Pepo não exige treinamento, mudança de metodologia nem nova responsabilidade.
Os pais conseguem acompanhar de verdade
“Como foi a escola hoje?” deixa de ser uma pergunta sem resposta. Com o Pepo, os pais têm acesso ao mesmo resumo que o filho recebeu.
A escola se protege e se diferencia
Registro automático de tudo que foi ensinado. Histórico consultável. Inclusão como prioridade real.
Coordenadores enxergam sem precisar perguntar
O que está sendo dado, em qual turma, em qual semana. Tudo num lugar só. Sem interromper professor.
O que acontece quando funciona de verdade
“Meu filho tem TDAH faz anos. Sempre ouço que ele precisa ‘se esforçar mais’. Desde que a escola adotou o Pepo, ele chegou em casa, abriu o app e me explicou a aula. Eu chorei.”
Ana Paula M.
Mãe de aluno, 8º ano
“Achei que ia ser mais um sistema para os professores odiarem. Não foi. Apresentei numa reunião de 30 minutos, na semana seguinte já estava rodando.”
Roberto S.
Coordenador pedagógico
“Tenho 18 anos de direção escolar. O que me convenceu foi ver uma aluna com TEA mostrando o resumo do Pepo para a mãe e conseguindo explicar o que aprendeu.”
Cláudia R.
Diretora de escola
Tem alunos assim na
sua escola agora.
Uma conversa de 20 minutos para ver se o Pepo faz sentido para o seu contexto. Sem proposta de vendas. Sem contrato surpresa.
Ou escreva direto: oi@pepo.com.br